quarta-feira, 29 de setembro de 2010
E Agora?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Acreditar, com Serenidade
Debaixo do céu há momento para tudo
E tempo certo para cada coisa:
Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar;
tempo de matar e tempo de curar;
tempo de derrubar e tempo de construir.
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
tempo de chorar e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
tempo de abraçar e tempo de afastar.
Há tempo de procurar e tempo de perder;
tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
tempo de rasgar e tempo de remendar;
tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar;
tempo de guerra e tempo de paz.
Eclesiastes 3:1-8
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Céu de Estrelas
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Laços
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Ria Formosa
Nasci na ria formosa
Sou filha deste sapal
neta da moura de Bias
Sou de Floripes rival
nesta ria fui nascida num dia de claridade
na luz do sol ao meio dia
Em Agosto sou a acalmia Sou o vento beduíno
o velho o moço o menino
que há em cada pescador Sou o desgosto e a dor
Vela ao senhor dos aflitos
Sou mãe de todos os gritos Padroeira do pavor
que assalta quem é perdido
e de quem teme perder o irmão o pai o marido
Sou a santa no andor em dia de procissão
Sou a rameira de Olhão -Apelido que a inveja
das puritanas me deu-
Pois da braveza do mar
da escalmorrice da vida me veio a pele sertaneja
e o sangue a ferver no corpo que todo o homem deseja
Sou filha da luz da lua
gerada na noite escura numa cópula sem rosto
Sou filha dos homens todos
e de todas as mulheres Irmã de todas as vagas
Sou amiga das diabas
Sou amante dos diabos e dos ventos desgarrados
atiçados a sueste
que se lançam contra a duna
Sou vulgar e importuna Rainha dos meus humores
no castelo aonde abrigo os corpos dos pescadores
que a maré por devaneio resolve levar consigo
Olho o esteio de cada barco que entra e sai aquela barra
por onde eu saía à garra para depois na enchente
ser levada na corrente
e aos beijos e abraços entrar de novo à deriva
neste berço
nesta ria
que me viu nascer poeta para em meus versos ou prosa
cantar até rebentar este braçado de mar
a que chamaram Formosa.
Julieta Lima, in http://hienas.blogs.sapo.pt/
foto minha
domingo, 1 de agosto de 2010
Agosto

Foi em Agosto que descobri
sábado, 31 de julho de 2010
Celebrar a Vida

Nem ópio nem morfina. O que me ardeu,
Foi álcool mais raro e penetrante:
E só de mim que ando delirante
-Manhã tão forte que me anoiteceu.
sábado, 24 de julho de 2010
No tempo das cerejas...

domingo, 4 de julho de 2010
Poesia
Preciso ser um outro
quarta-feira, 23 de junho de 2010
São João
Ó meu rico São João,
Vira a cara para o lado,
Já me queimei na fogueira,
Não cumpri o combinado.
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Jurei saltar a fogueira
E meus pecados limpar.
São João, já fiz asneira,
E, assim, não posso casar.
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São coisas de antigamente,
E já ninguém quer saber!
Mas São João será sempre,
para bailar e beber.
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Duo Ouro Negro, Maria Rita
Quadras minhas


