quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Incoerências

Vivemos tempos de incoerência.
Uma das notícias de hoje na televisão apresentava o insólito caso de um casaco velho que levou quatro anos a percorrer os corredores da Justiça ansiando pelo descanso eterno numa qualquer lixeira urbana. A saga envolveu juizes, ministério público, advogados e demais funcionários do aparelho tribunalício. Gastou-se do erário público, desgastou-se mais o desgastado casaco.
Se isto não é o exemplo acabado da incoerência, vou ali e já volto!
Dizem os (des)entendidos que o país atravessa graves necessidades e que é preciso poupar. Então e os gastos?
Hão-de vir por estes dias uns senhores engravatados realizar uma cimeira. Dos proveitos ou proventos que trarão ao país pouco se descortina. Mas vai-se gastar e muito.
Havia antigamente aqui pelos meus lados um ditado que dizia: é como em Monchique, tapa-se a cara e o resto que se trompique...

4 comentários:

Vieira Calado disse...

Olá, amiga algravia!

É mais uma proeza portuguesa

a ir pró Guinesss...


Beijinhosss

o escriba disse...

Vieira Calado

Realmente estamos muito à frente do que é aceitável em proezas; temos uma governação, digamos...acrobática!!!


Um abraço
Esperança

Zé Povinho disse...

E tudo isto... por um casaco velho!
Está tudo louco!
Abraço do Zé

Cata- Vento disse...

Desconhecia o provérbio com que acabas o teu post.Que nos andam a trompicar há muito está à vista, só não sei até quando aguentamos isto.

Bjinhos

Bem-hajas!